Histórico


Votação
 Dê uma nota para meu blog


Outros sites
 UOL - O melhor conteúdo
 BOL - E-mail grátis


 
 
Os Reis da publicação


Dia da Imprensa: 365 dias de compromisso e credibilidade

Isabella Monteiro

Neste último dia 10 de setembro comemorou-se o Dia da Imprensa, data de suma importância já que a imprensa é o órgão que atua como intermediadora de debates, críticas e democratiza o acesso à informação e liberdade de expressão. A imprensa vive uma relação de reciprocidade e cumplicidade com a sociedade, pois ela é considerada a ‘voz do povo’, o quarto poder, mantenedora da verdade dos fatos, de denúncias e dos direitos dos cidadãos.

O primeiro jornal editado no Brasil foi a Gazeta do Rio de Janeiro que começou a circular em 10 de setembro de 1808. Por isso, o dia 10 de setembro foi consagrado como o Dia da Imprensa. O Brasil teve um jornal anterior a esse, o Correio Brasiliense, publicado por Hipólito da Costa, em junho de 1808. No entanto, como ele era editado na Inglaterra, não pode ser considerado o primeiro jornal editado no Brasil.

Mais presente do que nunca a imprensa participa do dia-a-dia das pessoas. Jornais, revistas, rádio, televisão e internet; a demanda por informação é suprida de forma a atender todas as necessidades: informação rápida e concisa, densa e completa, dinâmica, visual e interativa. Uma paixão para os que fazem parte dela e essencial para todos nós, espera-se da imprensa, diante de um cenário social caótico e de um política desprovida de ética, uma referência de responsabilidade e credibilidade.

Fato que, para a jornalista Margarida de Oliveira Pfeifer deve ser cumprido como uma missão cotidiana: “O jornalista é jornalista em tempo integral, pois há um vínculo de confiança entre ele e a sociedade; que se traduz em um compromisso diário e incessante de informar, debater, opinar...Enfim, a imprensa deve estar ciente da sua responsabilidade e buscar diariamente cumprir seu papel com excelência”, acredita.

Monja Coen
Religiosa
"Jornalismo informa para formar opinião. O papel principal é o papel jornal: simples, descartável, capaz de embrulhar bananas e cadáveres, esquentar os corpos dos carentes, limpar gorduras, recolher cocô de cachorro das ruas, embrulhar flores, contar histórias, mostrar o que está acontecendo dentro e fora, promover emprego, saúde pública e privada, santidade, justiça, igualdade, filtrar mentiras, abusar da verdade, soletrar poemas, contar palavras, medir espaços, abrir fotos, trazer para perto o que está longe, levar para longe o que está pertinho, prestar serviço, lembrar momentos, prever tormentos e alegrias. Comunicar, testemunhar". 
    

 



Escrito por Angélica Reis às 21h39
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Comunicação sem comunicação?

A Faculdade de Jornalismo da PUC-Campinas não tem mais nenhum jornal ou folhetim feito e distribuído por iniciativa própria dos alunos.

 

O último a circular pela faculdade foi o folhetim de humor O Pão Com Ovo, conhecido como PCO, que, no começo de 2004, era um blog escrito por Rafael Teixeira, hoje estudante do 4º ano, em que escrevia textos engraçados sobre o que acontecia com as pessoas na faculdade. Nessa época, existiam outros boletins feitos pelos alunos do curso, como O Fantasma, QQTÁPEGANDO e O Corner, mas nenhum sobre humor. Assim, Rafael, junto com os colegas de classe Natan Dias, Ericson Cunha, Vinícius Penha e Felippe Pompeo resolveram começar a versão impressa do O Pão Com Ovo.

 

O estudante Bruno de Mattos Almeida, também do 4º ano de jornalismo e um dos últimos integrantes do folhetim, explica qual era o principal objetivo do PCO. “A nossa intenção ao escrever era ‘zuar’ essa história do jornalismo sério, porque somos bombardeados por gente falando que jornalismo é hard news, que só política importa, e não é bem assim”.

 

Porém, com a chegada do último semestre do curso, os alunos desistiram de continuar a escrevê-lo e publicá-lo. “Agora a gente só vai para as aulas um dia da semana, na orientação do nosso Trabalho de Conclusão de Curso, além de a gente ter mesmo cansado de fazer o PCO, já que muita gente não gostava”, conta Bruno.

 

Para o professor Lindolfo Alexandre do Souza, a principal importância dessas iniciativas é o fato delas serem realmente dos alunos. “Não se trata de ‘fazer para cumprir a exigência de uma disciplina’”.

 

A grande capacidade de criar mudanças de boletins desse tipo pode ser mostrada pelo WC NEWS, feito pelo professor Djota Carvalho em 1990, no 1º ano de jornalismo. “Uma vez, nós derrubamos um DCE (Diretório Central dos Estudantes) aqui da PUC-Campinas”. Além disso, ele aponta a grande oportunidade que essas iniciativas representam como prática para os estudantes. “A universidade é o espaço que os alunos têm para experimentar, é um espaço que não existe lá fora. O meu sonho é ver esse campus com cinco, seis boletins por semana”.



Escrito por João às 11h16
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Livro traça perfil do novo profissional de comunicação

 

Professor da PUC participa do livro “Hipertexto, Hipermídia: as novas ferramentas da comunicação digital” que mostra o impacto da mídia digital no dia-a-dia dos comunicadores

 

Janaina Nascimento

 

Organizado pela jornalista Pollyana Ferrari, reconhecida nacionalmente por seus trabalhos acadêmicos sobre jornalismo digital, o livro Hipertexto, Hipermídia: as novas ferramentas da comunicação digital, discute os processos e os modos de disseminação de conhecimento a partir do computador pessoal, do notebook, do palm, do celular, entre outras.

 

A publicação conta com a participação direta do jornalista e professor da PUC- Campinas, Paulo Henrique Ferreira, que é o responsável pelo capítulo sobre o papel dos aparelhos celulares como forma de comunicação e geração de conteúdo. Ferreira é um dos pioneiros no estudo da utilização dos aparelhos celulares no meio jornalístico e já contribuiu com outros livros e publicações de alcance nacional. “Fiz mestrado nessa área na ECA-USP com a Pollyana e na ocasião surgiu essa oportunidade de escrever um capítulo do livro sobre o uso do celular como canal de comunicação e de como os jornais estão vendo o celular como forma de enviar e receber notícias”, afirma.

 

Com a mídia eletrônica, as informações diferenciam-se de outros meios tradicionais como, por exemplo, a impressão ou a transmissão por ondas eletromagnéticas. “Um novo mercado já se abriu para os grupos de mídia, mas muita coisa ainda deve ser feita para este segmento realmente se consolidar no Brasil”, diz Ferreira. O livro ainda conta com a colaboração de jornalistas e acadêmicos brasileiros e estrangeiros de diversas áreas de especialização.

 



Escrito por JANAINA às 13h30
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Ligações da redação modelo: só com visto do professor

 

Holt Lucon Neto

 

Para fazer ligações com o telefone da redação modelo, os alunos de jornalismo vão precisar apresentar um formulário com o visto do professor. Antes, as ligações eram controladas unicamente com o nome e o número do telefone discado.

 

“Na sexta-feira eles já tinham bloqueado as ligações para celulares, interurbanos e até mesmo locais. Ontem voltou, mas em breve vai ser aplicado o uso do formulário”, afirmou Aline Ortolan, estudante de jornalismo que trabalha como estagiária da redação modelo.

 

Segundo a diretora de jornalismo Denise Tavares, a mudança ocorreu devido ao alto valor pago pelas ligações nos últimos meses. “Muitas pessoas estavam utilizando para fins particulares, e esse novo método não vai atrapalhar nas disciplinas, é só para ter um controle maior mesmo”.

 

Por enquanto, as ligações foram liberadas novamente, mas no prazo de dois dias, os professores já devem ser avisados e o método do formulário com visto deve ser aplicado para as ligações da redação modelo.

 



Escrito por Holt às 08h59
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Biblioteca do futuro - Facilidades e vasto conteúdo

Fernanda Bugallo

 

Um novo modo de fazer pesquisa para os alunos e pós-graduandos da USP, UNESP e UNICAMP: a biblioteca do futuro.

 

Esse formato teve início em 1994, com um CD-ROM do Unibible que tinha catálogos de informações dessas três universidades. Depois, passou para a web e por último foi criado o Portal de Serviços e Conteúdos Digitais onde, além dos catálogos dessas três instituições estarem disponíveis, foram adquiridas 31 bases de acervos para a pesquisa. Umas das bases que mais chama a atenção dos pesquisadores é a do acervo da Biblioteca Britânica do Século XVIII.

 

Os itens que poderão ser pesquisados vão desde periódicos e artigos, até o próprio livro digitalizado e pesquisadores terão acesso por meio dos computadores das instituições ou, poderão optar por realizar a busca na própria casa. Para isso, terão que solicitar uma senha para o centro de computação da sua respectiva universidade.

 

Luís Atílio, presidente do sistema de Bibliotecas da Unicamp, afirma que o armazenamento do conteúdo digital só veio a somar com a biblioteca usual e ampliar o acervo disponível. Além disso, o pesquisador não precisará ler o livro por completo, já que os capítulos necessários poderão ser selecionados e impressos.

 

Para maiores informações o site do Portal de Serviços de Conteúdo Digital (Unibiblie- web) é : http://bibliotecas- cuesp.usp.br/unibibliweb/cruesp_ebooks.html



Escrito por Angélica Reis às 19h29
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]




[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]